Pós eleições presidenciais o que esperar?

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Editorial  RNA  – 01.11.2018

Os povos da Amazônia, se já vinham pagando alto preço pelo que governos e empresários vinham fazendo nos territórios da região, hoje a situação se agrava. O novo governo federal promete esvaziar ainda mais a natureza, unindo dois serviços antagônicos, como são a agricultura do agronegócio e a defesa do meio ambiente. O objetivo  cm tal fusão de dois ministérios antagônicos é entregar ao agronegócio a invasão do território, ignorando os impactos ambientais. Os povos tradicionais e indígenas só terão a perder, como também a ecologia integral. Não há outra alternativa,  a não ser fortalecer a  resistência popular a tantos absurdos da administração pública. Se as agressões vão se agravar oficialmente, os movimentos populares, organizações indígenas, sindicatos, igrejas e pescadores, precisam se dar conta que contra a força da união não há quem vença.

Nesse momento tenso é que a presença da Rede de Notícias da Amazônia, com suas 20 emissoras em cadeia, tem muito a contribuir a essa resistência necessária dos povos da Amazônia. E foi isso que nos dois últimos dias aconteceu em Manaus. Diretores de 14 das vinte emissoras  fizeram uma avaliação do serviço prestado aos milhares de ouvintes, durante o ano. Ao mesmo tempo, ao fazer o planejamento de atividades renovaram o compromisso firme de estar a serviços das lutas sociais, aos lutadores sociais da Amazônia.

Presente hoje em oito dos nove estados da região, a Rede de Notícias  da Amazônia se propõe a continuar sendo a referência confiável aos vários lutadores sociais, divulgando suas atividades, os desafios que enfrentam e alimentando as esperanças. Isto será possível, porque ouvintes do Maranhão  saberão que seus enfrentamentos também se assemelham ao que ocorre em Roraima e em Amapá; também lutas populares vitoriosas ocorrendo em Rondônia, servem de estímulo aos lutadores sociais do Pará e do mato Grosso. Assim por diante em toda a Amazônia.

Importante é que o território, a floresta e os rios, sejam defendidos pelos que aqui vivem e amam a mãe natureza, mesmo que de fora sejam ameaçados por quem só vê a região como terra de exploração.

 

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